quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Jane Birkin


Jane Mallory Birkin (Londres, 14 de Dezembro de 1946) é uma actriz e cantora inglesa.
Foi casada de 1965 a 1968 com John Barry, um compositor inglês que escreveu a banda original dos filmes de James Bond. A filha de ambos, a fotógrafa Kate Barry, nasceu a 1968.
Teve uma relação muito apaixonada e criativa com o seu mentor Serge Gainsbourg — eles conheceram-se no set de Slogan e casaram-se em 1968. Separaram-se em 1980 e tiveram uma filha, a actriz/atriz e cantora Charlotte Gainsbourg.
Em 1982 teve a terceira filha, Lou Doillon, de uma relação com o director Jacques Doillon. Musica ( Je t'aime moi non plus (1976) também Titulo do Filme que contracenou ao lado de Joe Dallessandro.

Françoise Hardy

é uma cantora e compositora francesa.
Françoise cresceu com a irmã, Michèle, e a mãe num pequeno apartamento em Paris. Quando terminou o ensino secundário, o seu pai ofereceu-lhe uma guitarra e Françoise começou a compor canções. A sua mãe estimula-a a ingressar na universidade e Françoise matricula-se na Faculdade de Ciências Políticas na Sorbonne, tendo depois mudado para Letras. No entanto, não chegou a concluir nenhum curso, descobrindo na música a sua vocação. entre suas Musicas está (Tous les garçons et les filles (1962)

Michel Polnareff


Não devemos ter medo dos confrontos... até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.
Michel Polnareff: é um autor, compositor e intérprete francês nascido a 3 de julho de 1944 em Nérac, França. tem Várias composições suas que fizeram muito sucesso durante os anos 60 e anos 70. entre Elas está. (Love Me, Please Love Me.)

domingo, 23 de agosto de 2009

Paul Morrissey e Andy Warhol


Flesh,Trash e Heat.







Andy Warhol patrocinava, através de sua Factory, muito da produção cultural alternativa na Nova York dos anos 60 e 70. Talvez o melhor exemplo disso, os filmes de Paul Morrissey ficaram de tal modo ligados à imagem de Warhol que muitos se esquecem do nome de seu diretor. “Trash” é o segundo filme da trilogia sobre Sexo, Drogas & Rock and Roll no submundo novaiorquino (composta também por “Flesh” e “Heat”), e é o que diz respeito mais diretamente às drogas. Como nos dois outros filmes, a história gira em torno do personagem interpretado com apatia e rancor por Joe Dallesandro, um viciado em heroína que, acompanhado de sua amante Holly, busca sustento para seu vício. Joe ficou marcado por esta trilogia, que inspirou a letra de “Walk on the Wild Side” de Lou Reed.




em 2002 ano em que completou 15 anos da morte de Andy Warhol, Cannes exibe a trilogia produzida pelo mais pop dos artistas e realizada por Paul Morrissey: "Flesh" (68), "Trash" (70) e "Heat" (70) . A cerimónia contou com as presenças de Morrissey e do actor Joe Dalessandro, o "corpo" descoberto por Warhol que protagonizou estes filmes.




segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Gael García Bernal





Nome Completo: Gael García Bernal
Natural de: Guadalajara, Jalisco, México
Nascimento: 30 de Outubro de 1978.Poucos atores têm a capacidade de arrebatar o público como Gael Garcia Bernal. Esse mexicano baixinho (1,68 m de altura) não só é dono de carisma invejável, como pode ostentar um talento impar em sua geração. Aos 30 anos de idade, Gael já participou de mais de uma dezena de longas e teve uma carreira expressiva na televisão. Quando estreou na tele-série espanhola Teresa, o ator chamou a atenção da crítica para seus dotes artísticos, que já eram evidentes no teatro. Com formação pela Central School of Speech and Drama, em Londres, onde viveu por um bom período, Gael despontou para o grande público em 2000 com o filme Amores Brutos, de Alessandro Gonzáles Iñarrito, apesar de ter participado antes do cult E Sua Mãe Também, que só viria a ser lançado um ano depois. No mesmo ano ele intepretou Chê pela primeira vez na série de TV Fidel.

Curiosidade: - Estudou artes dramáticas em Londres.


Filmografia.

Limites do Controle, Os (2009)

Rudo e Cursi (2008) ... Toto

Ensaio Sobre a Cegueira (2008) ... Rei da Camarata 3

Passado, O (2007) ... Rímini

Babel (2006) ... Santiago

Sonhando Acordado (2006) ... Stéphane Miroux

The King (2005) ... Elvis Valderez

Má Educação (2004) ... Ángel /1 Juan / Zahara

Diários de Motocicleta (2004) ... Ernesto Guevara de la Serna

Jogo de Sedução (2003)

Crime do Padre Amaro, O (2002) ... Padre Amaro

E Sua Mãe Também (2001) ... Julio Zapata

Sem Notícias de Deus (2001) ... Davenport

Amores Brutos (2000) ... Octavio

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Bernardo Bertolucci




Os Sonhadores (The Dreamers, EUA, 2004)

Numa idade em que a maior parte dos cineastas deixa a inquietação de lado e se acomoda em trabalhos burocráticos, Bernardo Bertolucci parece ir na direção contrária e filma cada vez com mais paixão adolescente. De conformista o cineasta parece não ter nada, como nos diz BELEZA ROUBADA, ASSÉDIO e agora o maravilhoso OS SONHADORES.

Aqui temos Bertolucci mais uma vez imerso nas agruras da juventude. Se bem que não pode ser chamado exatamente de agrura passar dias em uma mansão parisiense decandente, bebendo vinho, fazendo sexo e discutindo cinema.

É preciso ser um cineasta – e um homem – vivido para enxergar com tanta clareza as falhas de seus personagens sem escarnecer ou desdenhar deles. Bertolucci, foi desde sempre um grande apreciador da beleza .

Triologia dasCores

Krzystof Kieslowski



Kieslowski fez ao total 23 filmes, dentre os quais se destacam Amator (1979) - que conta a história de um cineasta abandonado pela mulher - e o Decálogo (1988 - feito para tv), dividido em dez partes contando cada uma, um mandamento bíblico. O destaque é o sexto mandamento, Não Amarás, que conta a história de um jovem ("Entre o amor platônico e a violência do desejo", conforme anuncia o cartaz...) que corta os pulsos ao ser rejeitado por uma mulher mais velha.

Mas sua obra-prima ainda estava por vir. Morando em Paris e desiludido com a política, Krzystof resolveu filmar as dores do mundo. A Trilogia das Cores, inspirada nas cores da bandeira francesa e seus significados poéticos do cinema nessa década.

estao. A Liberdade é Azul, (1993)

A Igualdade é Branca, (1993)

A Fraternidade é Vermelha, (1994)

Consagrado internacionalmente após a trilogia, em 1995, Kieslowski abandonou as câmeras por que disse que estava achando tudo muito chato e preferia viver ao invés de fazer cinema. E não fez mesmo. Não teve mais tempo. Morreu de enfarto, aos 55 anos, em março de 1996.